{"id":867,"date":"2019-08-14T22:33:58","date_gmt":"2019-08-15T01:33:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.encontrariodejaneiro.com.br\/agenda\/?p=867"},"modified":"2024-08-05T11:03:43","modified_gmt":"2024-08-05T14:03:43","slug":"bairro-inhauma-rj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontrariodejaneiro.com.br\/agenda\/bairro-inhauma-rj\/","title":{"rendered":"Bairro Inha\u00fama RJ"},"content":{"rendered":"<div class=\"078e853aaf24f9821085dec1c1f6d8bb\" data-index=\"1\" style=\"float: left; margin: 15px 15px 15px 0;\">\n<!-- EBR \/Novo-Bairro-Topo\/ 300x250 -->\r\n<ins class=\"adsbygoogle\"\r\n     style=\"display:inline-block;width:300px;height:250px\"\r\n     data-ad-client=\"ca-pub-6414922941841817\"\r\n     data-ad-slot=\"5351822287\"><\/ins>\r\n<script>\r\n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\r\n<\/script>\n<\/div>\n<p><strong>Inha\u00fama<\/strong> \u00e9 um bairro da Zona Norte do munic\u00edpio do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>O nome possui origem ind\u00edgena e remonta ao per\u00edodo em que as terras do bairro eram ocupadas pelos tamoios. \u00c9 derivado do nome de um p\u00e1ssaro preto muito comum na regi\u00e3o, quando ainda era uma\u00a0aldeia ind\u00edgena, intitulado &#8220;inha\u00fama&#8221;.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-868 size-full\" title=\"Bairro Inha\u00fama RJ\" src=\"https:\/\/www.encontrariodejaneiro.com.br\/agenda\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/inhauma-rj.jpg\" alt=\"Bairro Inha\u00fama RJ\" width=\"790\" height=\"470\" srcset=\"https:\/\/www.encontrariodejaneiro.com.br\/agenda\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/inhauma-rj.jpg 790w, https:\/\/www.encontrariodejaneiro.com.br\/agenda\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/inhauma-rj-300x178.jpg 300w, https:\/\/www.encontrariodejaneiro.com.br\/agenda\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/inhauma-rj-768x457.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/p>\n<p>Essa ave de cor preta tem um chifre pontiagudo sobre a cabe\u00e7a e habita lugares pantanosos como mangues.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o faz limite com os bairros de Pilares, Engenho de Dentro, Engenho da Rainha, Cachambi, Del Castilho e Higien\u00f3polis, al\u00e9m de parte do Complexo do Alem\u00e3o.<\/p>\n<p>O bairro destaca-se por sua grande import\u00e2ncia hist\u00f3rica nas \u00e9pocas do Brasil Col\u00f4nia e Brasil Imp\u00e9rio. Atualmente, destaca-se negativamente pelo crescente n\u00famero de favelas e pelo aumento da\u00a0criminalidade.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca do descobrimento do Brasil pelos portugueses, seguindo a linha de contorno da Ba\u00eda de Guanabara a partir de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, estendia-se uma grande plan\u00edcie recortada por rios e trilhas abertas\u00a0por ind\u00edgenas, que propiciaram o surgimento de pequenos ancoradouros em determinados pontos ao longo dos rios.<\/p>\n<p>No litoral, encontravam-se enseadas e praias, localizadas frente ao arquip\u00e9lago formado pelas ilhas do Pinheiro, Sapucaia, Bom Jesus, Fund\u00e3o e a maior de todas, a Ilha do Governador.<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa do Rio de Janeiro, no s\u00e9culo XVI, a hist\u00f3ria da regi\u00e3o da Leopoldina est\u00e1 associada \u00e0 necessidade de se buscarem novos caminhos para alcan\u00e7ar as capitanias ao\u00a0norte e, depois, no s\u00e9culo XVIII, para se chegar \u00e0s Minas Gerais.<\/p>\n<p>Esses novos caminhos tiveram um ponto de partida comum: a cancela dos Jesu\u00edtas, em S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, conhecida como largo da Cancela. Esse ponto, estrat\u00e9gico para as atividades econ\u00f4micas dos\u00a0padres, marcava o encontro da Estrada Real dos Jesu\u00edtas com a que conduzia \u00e0 Fazenda da Penha e \u00e0s estradas Velha e Nova da Pavuna. Esta \u00faltima ia at\u00e9 a antiga Venda dos Pilares. Outros caminhos<\/p>\n<p>foram se formando na medida em que surgiam novos n\u00facleos populacionais, permitindo que os moradores chegassem ao centro da cidade por terra ou utilizando canoas e faluas para seguir o percurso\u00a0dos rios at\u00e9 alcan\u00e7ar a Ba\u00eda de Guanabara.<\/p>\n<p>Ainda no s\u00e9culo XVI, diz Vivaldo Coaracy em sua obra \u00abO Rio de Janeiro no s\u00e9culo 17\u00bb, p\u00e1gina 84, que, em 1565, Est\u00e1cio de S\u00e1 havia concedido a Ant\u00f4nio da Costa uma sesmaria na ent\u00e3o chamada\u00a0\u00abtapera de Inha\u00fama\u00bb. As terras que, naquele mesmo ano, tinha o padre Gon\u00e7alo de Oliveira requerido e obtido para a Companhia de Jesus, estendiam-se, na sua vastid\u00e3o, at\u00e9 aquela zona.<\/p>\n<p>Ciosos como se mostraram sempre os padres de suas propriedades, onde n\u00e3o toleravam intrusos, os moradores estenderam as lavouras e os engenhos para al\u00e9m dos limites da grande sesmaria. H\u00e1 desde cedo\u00a0refer\u00eancias a propriedades agr\u00edcolas na regi\u00e3o de Iraj\u00e1, donde mais tarde seria desmembrada a freguesia de Inha\u00fama. E s\u00e3o conhecidos os nomes de muitos habitantes que l\u00e1 possu\u00edam lavouras.<\/p>\n<p>Entre\u00a0estes, figurava Baltasar de Abreu Cardoso, \u00abhomem dos principais da cidade\u00bb, cujas terras lhe haviam sido concedidas por sesmaria de 1613, dentro da qual se erguia um alto e \u00edngreme penhasco.<\/p>\n<p>Em 1643, o padre Cust\u00f3dio Coelho criou a Freguesia de S\u00e3o Tiago, devido \u00e0 exist\u00eancia ali de atividades econ\u00f4micas e de uma ocupa\u00e7\u00e3o territorial que justificavam a medida.<\/p>\n<p>Os jesu\u00edtas estabeleceram v\u00e1rias fazendas no percurso desses caminhos. Uma delas destacou-se como foco de atra\u00e7\u00e3o para a ocupa\u00e7\u00e3o da \u00e1rea: a Fazenda de S\u00e3o Tiago de Inha\u00fama, passada ao\u00a0Vig\u00e1rio Geral Clemente Martins Mattos, principal incentivador do progresso na regi\u00e3o. Abrangendo territ\u00f3rio extenso e f\u00e9rtil, lavrado por escravos e rendeiros livres, a fazenda estendia-se at\u00e9 as terras do\u00a0Andara\u00ed e do Engenho Novo.<\/p>\n<p>Em 9 de mar\u00e7o de 1743, a fazenda foi elevada \u00e0 categoria de Par\u00f3quia de S\u00e3o Tiago de Inha\u00fama, tendo seu territ\u00f3rio desmembrado da Freguesia de Iraj\u00e1 e adquirindo autonomia como freguesia rural do\u00a0Rio de Janeiro. Dois anos depois, por ordem do Bispo do Rio de Janeiro, erigiu-se ali uma capela, dando in\u00edcio \u00e0 futura Igreja Matriz da regi\u00e3o. Em meados do s\u00e9culo XVIII, o territ\u00f3rio j\u00e1 abrigava pequenos\u00a0por\u00e9m produtivos n\u00facleos rurais, espalhados por diversas localidades e ligados por portos fluviais e mar\u00edtimos.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o tornava-se cada vez mais importante para o abastecimento da cidade, com atividades econ\u00f4micas que envolviam desde a lavoura de cana-de-a\u00e7\u00facar e cultivo de arroz, milho e feij\u00e3o at\u00e9 a\u00a0produ\u00e7\u00e3o de legumes e frutas variadas. Possu\u00eda ainda manufaturas de couro e de produtos de barro para constru\u00e7\u00e3o, abrigando um com\u00e9rcio regular em seus portos e lugarejos.<\/p>\n<p>Em 1759, com a persegui\u00e7\u00e3o movida por Pombal culminando na lei de 3 de setembro, que expulsou os jesu\u00edtas de Portugal e seus dom\u00ednios, a Fazenda de S\u00e3o Tiago foi confiscada e dividida em grandes\u00a0lotes rurais, posteriormente vendidos.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca da minera\u00e7\u00e3o do ouro de Minas Gerais, a regi\u00e3o era ponto estrat\u00e9gico para o poder colonial, pois se encontrava no caminho do ouro desde as minas at\u00e9 o\u00a0porto do Rio de Janeiro, onde era embarcado para Portugal.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, as atividades comerciais intensificaram-se. A intensa atividade mercantil fez surgir, ao longo do tempo, uma s\u00e9rie de pequenos n\u00facleos suburbanos, seguindo as vias de escoamento\u00a0dos produtos da regi\u00e3o e de outros que vinham de fora, produzidos principalmente na Prov\u00edncia de Minas Gerais.<\/p>\n<p>A partir de 1808, com a vinda para o Rio de Janeiro da corte portuguesa, atravessando o oceano para fugir das Guerras Napole\u00f4nicas, o transporte a partir dos portos do interior da cidade, principalmente o\u00a0de Inha\u00fama, passou a garantir o suprimento de in\u00fameros produtos requeridos pela nova capital do imp\u00e9rio.<\/p>\n<p>At\u00e9 cerca de 1870, a Freguesia de Inha\u00fama manteve seu car\u00e1ter rural, mas j\u00e1 possu\u00eda n\u00facleos suburbanos importantes. Dois deles se destacaram como estrat\u00e9gicos para o crescimento de toda a regi\u00e3o:<\/p>\n<p>Inha\u00fama, por causa do florescente porto criado ainda no s\u00e9culo XVI e Bonsucesso.<\/p>\n<p>O Porto de Inha\u00fama localizava-se onde termina a atual Avenida Guilherme Maxwell, no cruzamento com a rua Praia de Inha\u00fama e servia para escoar os produtos explorados e cultivados na regi\u00e3o, tendo\u00a0sido de grande import\u00e2ncia para o desenvolvimento dos sub\u00farbios.<\/p>\n<p>Utilizado como comunica\u00e7\u00e3o com o Caju, S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, as ilhas pr\u00f3ximas ao litoral de Inha\u00fama e com o centro da cidade, formou-se em\u00a0seu entorno um n\u00facleo de popula\u00e7\u00e3o e de com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>J\u00e1 Bonsucesso surgiu no entroncamento de duas estradas: a da Penha e a que chegava ao porto. A localidade passou a ter uma ocupa\u00e7\u00e3o mais efetiva depois que, em 1754, D. Cec\u00edlia Vieira de\u00a0Bonsucesso, propriet\u00e1ria da Fazenda do Engenho da Pedra, reformou e embelezou a antiga capela, edificada em 1738 no Engenho da Pedra por um devoto de Santo Ant\u00f4nio.<\/p>\n<p>Como consequ\u00eancia, os\u00a0canaviais dos arredores passaram a ser chamados de Campos de Bonsucesso, tendo o Engenho da Pedra, com o tempo, incorporado o nome Bonsucesso.<\/p>\n<p>Com a melhoria dos acessos \u00e0 regi\u00e3o de Inha\u00fama por terra, a partir de meados do s\u00e9culo XIX, o antigo porto de Inha\u00fama entrou em decad\u00eancia, desaparecendo progressivamente em fun\u00e7\u00e3o dos in\u00fameros\u00a0aterros que se sucederam na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1886, foi inaugurada a Northern Railway &#8211; Estrada de Ferro Norte &#8211; mais tarde incorporada ao sistema da Ferrovia D. Pedro II (futura Central do Brasil), ganhando a denomina\u00e7\u00e3o de Estrada de Ferro\u00a0Leopoldina.<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o da ferrovia foi considerada uma das grandes obras de engenharia da \u00e9poca, obrigando \u00e0 solu\u00e7\u00e3o de dif\u00edceis desafios t\u00e9cnicos, como o percurso tra\u00e7ado sobre terrenos pantanosos e\u00a0alagadi\u00e7os que contornavam a Ba\u00eda de Guanabara.<\/p>\n<p>Representou tamb\u00e9m uma importante obra sob a \u00f3tica da iniciativa privada, ao atrair a participa\u00e7\u00e3o dos propriet\u00e1rios das fazendas e s\u00edtios localizados em\u00a0seu trajeto, interessados em doar terras para a passagem dos trilhos, visando \u00e0 melhoria das condi\u00e7\u00f5es de transporte de seus produtos e \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o de suas propriedades.<\/p>\n<p>Em troca, seus nomes foram dados aos pontos de parada do trem e, posteriormente, aos bairros que se formaram no entorno das futuras esta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Surgiram assim a Parada do Amorim, propriet\u00e1rio do\u00a0s\u00edtio de Manguinhos; o bairro Bonsucesso, incorporando a antiga denomina\u00e7\u00e3o legada por dona Cec\u00edlia Vieira de Bonsucesso; a Parada de Ramos, por causa da fazenda de Fonseca Ramos.<\/p>\n<p>Olaria recebeu o nome devido \u00e0 sua manufatura de telhas e tijolos e Penha, porque a parada ficava na fazenda do mesmo nome. Esta \u00faltima possu\u00eda a forma\u00e7\u00e3o rochosa sobre a qual foi constru\u00edda a\u00a0famosa igreja.<\/p>\n<p>Entre o final do s\u00e9culo XIX e o in\u00edcio do s\u00e9culo XX, Bonsucesso foi o primeiro n\u00facleo a prosperar, principalmente em fun\u00e7\u00e3o do Porto de Inha\u00fama. Foi seguido por Olaria, Penha e Ramos, que se tornou um\u00a0emp\u00f3rio comercial e centro dos mais efervescentes na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1892, a Fazenda de Manguinhos, de D. Alexandrina Rosa de Carvalho, foi desapropriada pelo governo, instalando-se ali o Instituto Oswaldo Cruz, primeira importante institui\u00e7\u00e3o no litoral de Inha\u00fama.<\/p>\n<p>Em 30 de dezembro de 1902, durante a presid\u00eancia de Rodrigues Alves (1903-1906), Pereira Passos assumiu a prefeitura do Rio, dando in\u00edcio \u00e0 terceira reforma urban\u00edstica da cidade, projeto de grande\u00a0envergadura realizado no per\u00edodo conhecido como &#8220;Bota-abaixo&#8221;, quando a Cidade passou por grandes transforma\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>sse fato gerou um crescimento desordenado em n\u00facleos da Regi\u00e3o Leopoldina, assim como em outros bairros nos sub\u00farbios cariocas.<\/p>\n<p>Durante a transforma\u00e7\u00e3o urbana empreendida pelo prefeito Pereira Passos, a Leopoldina foi invadida pelos habitantes expulsos do Centro, em consequ\u00eancia da demoli\u00e7\u00e3o de in\u00fameros corti\u00e7os.<\/p>\n<p>As\u00a0camadas mais pobres da popula\u00e7\u00e3o, que ocupavam a \u00e1rea demolida, foram obrigadas a se retirar, iniciando uma busca por terrenos e moradias baratas e promovendo uma intensa ocupa\u00e7\u00e3o, de forma\u00a0tipicamente linear, ao longo das ferrovias.<\/p>\n<p>Iniciou-se um intenso processo de loteamentos na Regi\u00e3o, na qual os terrenos, vendidos em presta\u00e7\u00f5es mensais, facilitaram a vertiginosa ocupa\u00e7\u00e3o das terras fracionadas. A Regi\u00e3o Leopoldina foi pioneira\u00a0no financiamento para aquisi\u00e7\u00e3o de lotes de terrenos e, como consequ\u00eancia, entre 1890 e 1906 a Regi\u00e3o teve o maior crescimento populacional, entre todas as outras do Munic\u00edpio: 293%.<\/p>\n<p>Em 1906, a popula\u00e7\u00e3o da Cidade alcan\u00e7ou 811.443 habitantes. Em 1914, por iniciativa do engenheiro Guilherme Maxwell, descendente de ingleses, \u00faltimo propriet\u00e1rio do antigo Engenho da Pedra, foi criada\u00a0a Cidade dos Aliados, moderno loteamento constitu\u00eddo por pra\u00e7as e ruas projetadas segundo os preceitos urban\u00edsticos que nortearam o projeto de embelezamento de Pereira Passos.<\/p>\n<p>O nome dos\u00a0logradouros homenageava os pa\u00edses aliados na Primeira Guerra Mundial: Pra\u00e7a das Na\u00e7\u00f5es, avenidas Roma, Londres, Bruxelas e Nova Iorque. Esse projeto implementou efetivamente a urbaniza\u00e7\u00e3o da\u00a0Regi\u00e3o.<\/p>\n<p>J\u00e1 a enseada de Inha\u00fama manteve seu aspecto original at\u00e9 1920, quando a orla sofreu, a partir do Caju, in\u00fameros aterros feitos em seus manguezais pela Empresa de Melhoramentos da Baixada\u00a0Fluminense, do engenheiro Alencar Lima.<\/p>\n<p>Esses aterros seriam posteriormente utilizados para a constru\u00e7\u00e3o da Avenida Brasil, e parcialmente ocupados pela Aeron\u00e1utica, pela Marinha, pelo Minist\u00e9rio da\u00a0Sa\u00fade e pela Refinaria de Manguinhos.<\/p>\n<p>A partir de 1930, com o territ\u00f3rio urbanisticamente consolidado, iniciou-se um surto industrial na Regi\u00e3o, que ainda conservava caracter\u00edsticas mistas de uso residencial e comercial. A popula\u00e7\u00e3o,\u00a0basicamente prolet\u00e1ria, concentrava-se nos n\u00facleos mais importantes, ao longo da Estrada de Ferro Leopoldina.<\/p>\n<p>Mas s\u00f3 a partir do Decreto 6000\/37, quando foi definida como zona industrial, a \u00e1rea\u00a0come\u00e7ou a mudar de configura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O processo acelera-se durante a Segunda Guerra Mundial, com o esfor\u00e7o de guerra dos aliados diminuindo o fluxo de importa\u00e7\u00f5es e estimulando a fabrica\u00e7\u00e3o nacional de produtos anteriormente\u00a0importados, o que promove uma multiplica\u00e7\u00e3o de pequenas e m\u00e9dias f\u00e1bricas entre os bairros de Bonsucesso e Olaria.<\/p>\n<p>O evento ganha importante dimens\u00e3o tamb\u00e9m do ponto de vista urban\u00edstico, ao promover a acelera\u00e7\u00e3o dos trabalhos de saneamento das bacias hidrogr\u00e1ficas da Regi\u00e3o, como a do Rio Faria-Timb\u00f3, entre\u00a0a Avenida Itaoca e a Estrada Velha da Pavuna.<\/p>\n<p>Em 1942, as obras j\u00e1 estavam conclu\u00eddas, possibilitando a implanta\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias pioneiras, como a F\u00e1brica de Papel Tannuri e in\u00fameras outras que ali se\u00a0instalaram, nos anos seguintes.<\/p>\n<p>Se por um lado o governo da ent\u00e3o capital do pa\u00eds estimulava a implanta\u00e7\u00e3o de in\u00fameras ind\u00fastrias, por outro n\u00e3o dotava a Regi\u00e3o das obras civis necess\u00e1rias \u00e0 sua infraestrutura, possibilitando uma\u00a0ocupa\u00e7\u00e3o desordenada por pequenas ind\u00fastrias, mas deixando de adequar os bairros para enfrentar os problemas de inunda\u00e7\u00f5es e da falta de saneamento b\u00e1sico, contribuindo em muito para a\u00a0degrada\u00e7\u00e3o de grande \u00e1reas.<\/p>\n<p>O processo de crescimento culmina com a inaugura\u00e7\u00e3o da Avenida Brasil, em 1946, durante o Estado Novo. Criada com o objetivo de descongestionar os eixos da Rodovia Rio-Petr\u00f3polis e da Rio-S\u00e3o\u00a0Paulo e diminuir os custos da circula\u00e7\u00e3o de mercadorias, a constru\u00e7\u00e3o da nova via expressa tinha a pretens\u00e3o de incorporar ao tecido urbano da Cidade terrenos para uso industrial, como galp\u00f5es para\u00a0manufaturas e oficinas, entre outros, deixando livres apenas os terrenos destinados \u00e0s instala\u00e7\u00f5es militares.<\/p>\n<p>At\u00e9 ent\u00e3o desenvolvida ao longo da Estrada de Ferro Leopoldina, a ocupa\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o desloca-se para os espa\u00e7os localizados ao longo do eixo da nova avenida-rodovia.<\/p>\n<p>No entanto, a industrializa\u00e7\u00e3o\u00a0pretendida n\u00e3o ocorre. O transporte rodovi\u00e1rio s\u00f3 se viabiliza efetivamente a partir de meados da d\u00e9cada de 1950, com a implanta\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria automobil\u00edstica, inserida no modelo de desenvolvimento\u00a0baseado no bin\u00f4mio energia e transportes, do governo do presidente Juscelino Kubitschek.<\/p>\n<p>A grande avenida, obra de engenharia de porte executada sobre aterros e oriunda de um modelo econ\u00f4mico-industrial que s\u00f3 se concretizaria mais tarde, acaba possibilitando a invas\u00e3o das \u00e1reas n\u00e3o\u00a0ocupadas pelas ind\u00fastrias, desencadeando um processo de faveliza\u00e7\u00e3o ao longo do seu trajeto.<\/p>\n<p>A faveliza\u00e7\u00e3o, todavia, n\u00e3o ocorre especificamente na Regi\u00e3o Leopoldina, posto que um dos fatores considerados fundamentais para a instala\u00e7\u00e3o das ind\u00fastrias era exatamente a proximidade de locais\u00a0onde havia grande concentra\u00e7\u00e3o de m\u00e3o-de-obra barata. Invas\u00f5es e ocupa\u00e7\u00f5es irregulares j\u00e1 eram bastante comuns em outras \u00e1reas industriais da Cidade.<\/p>\n<p>Independentemente dos fatores que contribu\u00edram para impedir um crescimento ordenado e produtivo, a Regi\u00e3o Leopoldina consolida-se atrav\u00e9s dos anos como importante centro de com\u00e9rcio varejista e de\u00a0servi\u00e7os. Seu desenvolvimento peculiar deve-se historicamente \u00e0s vias fluviais, portos e caminhos levando \u00e0s regi\u00f5es ao norte da Cidade, al\u00e9m de dois vetores que diferenciam o crescimento da Regi\u00e3o: a\u00a0Estrada de Ferro Leopoldina e a Avenida Brasil.<\/p>\n<p>A partir da d\u00e9cada de 1960, com a mudan\u00e7a da capital para Bras\u00edlia e a transforma\u00e7\u00e3o da Cidade do Rio de Janeiro em Estado da Guanabara, o crescimento econ\u00f4mico da Regi\u00e3o come\u00e7a a diminuir. O\u00a0fato de n\u00e3o terem ocorrido os resultados esperados ao longo da Avenida Brasil, a perda do status de Estado, com a transforma\u00e7\u00e3o em Munic\u00edpio, al\u00e9m de outros aspectos relacionados \u00e0 conjuntura\u00a0econ\u00f4mica nacional e ao pr\u00f3prio desenvolvimento econ\u00f4mico da Cidade, acabam contribuindo para levar a Regi\u00e3o \u00e0 estagna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nos anos seguintes desenvolve-se um forte com\u00e9rcio varejista em v\u00e1rios setores &#8211; alimenta\u00e7\u00e3o, vestu\u00e1rio, cal\u00e7ados, eletrodom\u00e9sticos, entre outros &#8211; surgindo ainda atividades ligadas a servi\u00e7os, com\u00a0predomin\u00e2ncia de dep\u00f3sitos, transportadoras e oficinas. E embora o setor habitacional n\u00e3o tenha evolu\u00eddo, o industrial ainda continua expressivo.<\/p>\n<p>Integrada ao tecido urbano da Cidade atrav\u00e9s de tr\u00eas fases distintas, a Regi\u00e3o est\u00e1 indelevelmente ligada a diferentes sistemas de transportes: o fluvial-mar\u00edtimo, com seus portos integrados por caminhos\u00a0que, do s\u00e9culo XVI ao XIX, funcionaram de forma extremamente eficiente; o ferrovi\u00e1rio, com a inaugura\u00e7\u00e3o da ferrovia que, a partir de 1886, efetiva a ocupa\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o, delimita os bairros e lhe d\u00e1 o\u00a0pr\u00f3prio nome; e o rodovi\u00e1rio, com as suas vias internas e, principalmente, com a constru\u00e7\u00e3o da Avenida Brasil, ap\u00f3s 1946.<\/p>\n<p>O progresso prometido pelo Metr\u00f4 em fins da d\u00e9cada de 70 e in\u00edcio da d\u00e9cada de 80, mesmo com a integra\u00e7\u00e3o do bairro com o centro da cidade, n\u00e3o trouxe mais benef\u00edcios de problemas a regi\u00e3o, segundo\u00a0moradores mais antigos do bairro. Ocorre que o local onde foi constru\u00edda a esta\u00e7\u00e3o, de superf\u00edcie, era conhecido como o cora\u00e7\u00e3o comercial do bairro.<\/p>\n<p>Com o Metr\u00f4, o que havia no local foi posto a baixo, inclusive uma pra\u00e7a p\u00fablica, fato que concentrou o com\u00e9rcio do bairro em torno da Pra\u00e7a 24 de Outubro e levou ao abandono o &#8220;outro lado do bairro&#8221;,onde se localiza o cemit\u00e9rio, fazendo com que ruas\u00a0como Alvaro de Miranda entrassem em decad\u00eancia nas d\u00e9cadas seguintes. Ainda hoje (2010) \u00e9 poss\u00edvel ver em uma \u00e1rea da passarela que d\u00e1 acesso a esta\u00e7\u00e3o de Metr\u00f4, no lado da Rua Padre Janu\u00e1rio,\u00a0restos de azulejos que faziam parte de cozinhas e banheiros de im\u00f3veis que ali estiveram estabelecidos no passado.<\/p>\n<p>Antes do Metr\u00f4, Inha\u00fama j\u00e1 havia tido sistema de transporte sobre trilhos. A esta\u00e7\u00e3o Inha\u00fama da Estrada de Ferro Rio de Ouro foi constru\u00edda em 1898 de demolida e ap\u00f3s a desativa\u00e7\u00e3o do ramal, em torno\u00a0de 1968, foi demolida.<\/p>\n<p>Permanece o esvaziamento econ\u00f4mico da Regi\u00e3o, com retra\u00e7\u00e3o e transfer\u00eancia de ind\u00fastrias para outras \u00e1reas. Apesar disso, a Leopoldina ainda destaca-se por sua pluralidade de voca\u00e7\u00f5es &#8211; residencial,\u00a0comercial e industrial &#8211; consolidadas atrav\u00e9s de uma evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica que a diferencia das demais regi\u00f5es. Em seus portos, trilhos e estradas abrindo fronteiras ao norte encontra-se, portanto, o resumo\u00a0da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>O bairro, outrora chamado de Real Freguesia de Inha\u00fama, j\u00e1 foi uma aldeia de \u00edndios Tamoios. Ap\u00f3s o governador Est\u00e1cio de S\u00e1 passar as terras para posse dos jesu\u00edtas, esta regi\u00e3o ganhou o nome de\u00a0Inha\u00fama, que, em tupi quer dizer argila de prato ou ainda corrente escura ou barrenta. Posteriormente, com a expuls\u00e3o dos jesu\u00edtas pelo Marqu\u00eas de Pombal, Inha\u00fama j\u00e1 havia se tornado um dos principais\u00a0pontos do Rio de Janeiro, pois por ali transitavam os produtos agropecu\u00e1rios vindos do interior. Estes eram colocados em canoas e desciam os rios Pavuna e Meriti, para abastecimento da capital.<\/p>\n<p>O in\u00edcio do s\u00e9culo XIX foi marcado pelo incremento das atividades comerciais, nomeadamente a partir de 1808, com a vinda da Corte Portuguesa para o Brasil. Os portos da cidade passaram a receber\u00a0maior volume de mercadorias, o que se refletiu tamb\u00e9m no movimento do porto de Inha\u00fama, ent\u00e3o localizado onde hoje termina a Avenida Guilherme Maxwell, no cruzamento com a rua Praia de Inha\u00fama.<\/p>\n<p>O tempo foi passando e essas atividades foram se concentrando em Engenho da Pedra, Engenho da Rainha, Quinta de Santana e Fazenda do Cap\u00e3o do Bispo. O propriet\u00e1rio do Engenho da Rainha, o\u00a0coronel Ant\u00f4nio Joaquim de Souza Pereira Botafogo era incentivador do com\u00e9rcio na regi\u00e3o e da venda de terras em lotes e presta\u00e7\u00f5es. Foi tamb\u00e9m o coronel que doou terra para a constru\u00e7\u00e3o do\u00a0cemit\u00e9rio, abriu v\u00e1rias ruas e at\u00e9 uma pra\u00e7a, que ainda hoje leva o seu nome: Pra\u00e7a Botafogo.<\/p>\n<p>A vasta \u00e1rea do bairro foi desmembrando-se em v\u00e1rias par\u00f3quias que, por sua vez, foram transformadas em novas circunscri\u00e7\u00f5es. Vale a pena mencionar as seguintes ocasi\u00f5es: em 1915, as par\u00f3quias de\u00a0Cascadura, Engenho de Dentro, Madureira, Olaria e Piedade; em 1920, as de Bonsucesso e Divino Salvador; em 1931, as de Aparecida e Del Castilho; em 1934, a de Pilares e em 1947, a de Engenho da\u00a0Rainha.<\/p>\n<p>Hoje, no bairro de Inha\u00fama fica localizada a sede da XII Administra\u00e7\u00e3o Regional, que compreende os seguintes bairros: Higien\u00f3polis, Del Castilho, Maria da Gra\u00e7a, Inha\u00fama, Engenho da Rainha e Tom\u00e1s Coelho.<\/p>\n<h2>Bairro Inha\u00fama RJ CEP<\/h2>\n<p>Bairro predominantemente residencial com 91,87% de seus endere\u00e7os residenciais.<\/p>\n<p>Principais ruas do Bairro Inha\u00fama<\/p>\n<ul>\n<li>CEP 20766-200<br \/>\nRua Canitar<\/li>\n<li>CEP 21061-300<br \/>\nRua Ant\u00f4nio Austreg\u00e9silo<\/li>\n<li>CEP 20765-170<br \/>\nEstrada Adhemar Bebiano &#8211; de 1933 a 3675 &#8211; lado \u00edmpar<\/li>\n<li>CEP 20766-340<br \/>\nRua Relic\u00e1rio<\/li>\n<li>CEP 20765-140<br \/>\nRua Padre Janu\u00e1rio<\/li>\n<li>CEP 20765-110<br \/>\nRua Dona Em\u00edlia<\/li>\n<li>CEP 20766-120<br \/>\nRua Ivurarema<\/li>\n<li>CEP 20766-720<br \/>\nEstrada Adhemar Bebiano &#8211; de 1932 a 3676 &#8211; lado par<\/li>\n<li>CEP 20766-540<br \/>\nRua Malacacheta<\/li>\n<li>CEP 20765-240<br \/>\nRua Doutor Othon Machado<\/li>\n<\/ul>\n<p>Outras ruas<\/p>\n<ul>\n<li>Rua Mateus Silva<\/li>\n<li>Rua Lume de Estrelas<\/li>\n<li>Rua Castro Lopes<\/li>\n<li>Rua Jos\u00e9 dos Reis &#8211; de 1850 ao fim &#8211; lado par<\/li>\n<li>Rua Piragibe<\/li>\n<li>Rua Esp\u00edrito Santo<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Bairro Inha\u00fama RJ Cart\u00f3rio<\/h3>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Cart\u00f3rio da 11\u00aa Circunscri\u00e7\u00e3o de Pessoas Naturais<\/span><br \/>\nEndere\u00e7o: Av. Dom H\u00e9lder C\u00e2mara, 6776 &#8211; Pilares &#8211; Rio de Janeiro &#8211; RJ<br \/>\nTelefone: (21) 2599-9451<\/p>\n<h3>Bairro Inha\u00fama RJ Farm\u00e1cia<\/h3>\n<ul>\n<li>Drogarias Mundial<\/li>\n<li>Drogaria 5 Estrelas<\/li>\n<li>Drogaria Farma Shop<\/li>\n<li>Farm\u00e1cia Rio D&#8217;Ouro<\/li>\n<li>Drogaria Farma Nossa<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Bairro Inha\u00fama RJ Fotos<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-869 size-full\" title=\"Bairro Inha\u00fama RJ Fotos\" src=\"https:\/\/www.encontrariodejaneiro.com.br\/agenda\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/inhauma-rj-fotos.jpg\" alt=\"Bairro Inha\u00fama RJ Fotos\" width=\"700\" height=\"663\" srcset=\"https:\/\/www.encontrariodejaneiro.com.br\/agenda\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/inhauma-rj-fotos.jpg 700w, https:\/\/www.encontrariodejaneiro.com.br\/agenda\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/inhauma-rj-fotos-300x284.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<h4>Mapa de localiza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<a class=\"wp-colorbox-iframe\" href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/embed?pb=!1m18!1m12!1m3!1d29409.395363219628!2d-43.29874651922959!3d-22.87001434193873!2m3!1f0!2f0!3f0!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!%203m3!1m2!1s0x997c67df14442d0x75909d1c3d5cf3d2!2sInhauma+Rio+de+Janeiro+-+RJ!5e0!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1565816964619!5m2!1spt-BR!2sbr\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.encontrariodejaneiro.com.br\/imgs\/maps-post.png\"><\/a>\n\n<div style=\"font-size: 0px; height: 0px; line-height: 0px; margin: 0; padding: 0; clear: both;\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Inha\u00fama \u00e9 um bairro da Zona Norte do munic\u00edpio do Rio de Janeiro. O nome possui origem ind\u00edgena e remonta ao per\u00edodo em que as terras do bairro eram ocupadas pelos tamoios. \u00c9 derivado do nome de um p\u00e1ssaro preto muito comum na regi\u00e3o, quando ainda era uma\u00a0aldeia ind\u00edgena, intitulado &#8220;inha\u00fama&#8221;. Essa ave de cor preta tem um chifre pontiagudo sobre a cabe\u00e7a e habita lugares pantanosos como mangues. A regi\u00e3o faz limite com os bairros de Pilares, Engenho de Dentro, Engenho da Rainha, Cachambi, Del Castilho e Higien\u00f3polis, al\u00e9m de parte do Complexo do Alem\u00e3o. O bairro destaca-se por <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":868,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[32],"tags":[],"class_list":["post-867","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-bairros-rio-de-janeiro","has_thumb"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.6 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Bairro Inha\u00fama RJ: Cart\u00f3rio, Fotos, Farm\u00e1cia<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Veja sobre o (Bairro Inha\u00fama RJ) - Informa\u00e7\u00f5es, mapa de localiza\u00e7\u00e3o e CEP. 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